terça-feira, 23 de maio de 2017

Pedido de impeachment de Temer será protocolado na 4ª ou 5ª feira, diz Lamachia



Fonte: IstoÉ

A Ordem dos Advogados do Brasil deve protocolar nesta semana na Câmara dos Deputados o pedido de processo de impeachment do presidente Michel Temer. O presidente do colegiado, Cláudio Lamachia, disse não estar definido ainda se isso será feito na quarta ou quinta. A acusação será de prevaricação, o que caracterizaria o crime de responsabilidade. “Todo teor da conversa é gravíssimo”, disse Lamachia.
Decidido em uma reunião extraordinária realizada no fim de semana, o pedido de abertura de processo de impeachment do presidente tem como argumento central a gravação de uma conversa entre o executivo Joesley Batista, da JBS, e Temer, no Palácio do Jaburu, no dia 7 de março.
Por 25 votos a 1, conselheiros do colegiado consideraram que o presidente errou ao não comunicar a autoridades a ocorrência de crimes praticados por Joesley. Para a entidade, Temer também teria faltado com o decoro ao se encontrar de forma secreta com o empresário e por prometer agir em favor de interesses particulares.
A redação da denúncia está sob a responsabilidade de uma comissão, formada por integrantes do conselho federal da entidade. Em sua defesa, Temer tem dito que o áudio usado como prova foi adulterado e que não levou a sério algumas das afirmações feitas pelo empresário durante o encontro.
Lamachia afirma que a OAB não entrou na avaliação sobre uma eventual edição do áudio. “A peça da OAB tem como base as declarações do próprio Presidente da República. Em nenhum momento ele nega o diálogo e a interlocução. As próprias manifestações e as duas declarações formais do Presidente da República reconhecem o teor da conversa. Isso é indiscutível”, disse Lamachia. “A decisão do conselho levou muito mais em consideração o fato de ele ter escutado tudo o que escutou e confirmado tudo que escutou e não ter tomado providências.”
Para o presidente da OAB, Temer não deveria nem mesmo ter recebido o empresário, uma vez que ele próprio o considerava um “fanfarrão”. “Todo o conteúdo da conversa é gravíssimo. A OAB está protocolando um pedido de impeachment. E o presidente terá toda condição de exercer seu livre exercício de defesa, de contraditório. Mas os fatos estão postos pelo próprio presidente. Em nenhum mesmo o presidente afirmou que a conversa não teria ocorrido.”
O presidente da OAB afirma que o colegiado não tem ideologia. “Nossa ideologia é a Constituição Federal. Ideologias partidárias e paixões políticas não estão à frente das decisões que a OAB tem tomado.” Ele disse ainda que o interesse da OAB não é tirar o presidente. “Mas punir um crime.”
Lamachia disse ser possível que a OAB possa aprovar uma PEC das eleições diretas. “A ordem vai debater isso. Não estamos fechados ao debate.”
Escárnio
Durante a entrevista, Lamachia criticou o destino dos empresários Joesley e Wesley Batista. Ele classificou a situação atual como deboche. “É um verdadeiro escárnio. Os dois empresários foram punidos ou receberam um prêmio? Eles continuam com uma vida invejável e o povo brasileiro não tem saúde, educação. Vivemos uma crise política e moral.”
O presidente da OAB afirmou estar “incomodado” com essa situação e que há possibilidade de a OAB questionar essa situação. “Como há advogados de todos os lados, temos de fazer isso com cuidado. Mas o fato é que a situação é gravíssima. Um deboche para sociedade.”

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Procuradoria denuncia Lula por corrupção e lavagem no sítio de Atibaia


Procuradoria denuncia Lula por corrupção e lavagem no sítio de Atibaia

Fonte: IstoÉ

A força-tarefa da Operação Lava Jato denunciou nesta segunda-feira, 22, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do Sítio de Atibaia, interior de São Paulo. Além do ex-presidente, também foram denunciados outros 12 investigados.
A Procuradoria da República, no Paraná, acusa Lula de ‘estruturar, orientar e comandar esquema ilícito de pagamento de propina em benefício de partidos políticos, políticos e funcionários públicos com a nomeação, enquanto presidente da República, de diretores da Petrobrás orientados para a prática de crimes em benefício das empreiteiras Odebrecht e OAS’. A denúncia do Ministério Público Federal atribui ao petista ‘propina para o seu benefício próprio consistente em obras e benfeitorias relativas ao sítio de Atibaia custeadas ocultamente pelas empresas Schahin, Odebrecht e OAS’.
Como nas outras duas denúncias da força-tarefa, no Paraná, a Procuradoria aponta Lula ‘como o responsável por comandar uma sofisticada estrutura ilícita para captação de apoio parlamentar, assentada na distribuição de cargos públicos na Administração Pública Federal’. A denúncia afirma que o esquema ocorreu nas mais importantes diretorias da Petrobrás, mediante a nomeação de Paulo Roberto Costa, Renato Duque e Nestor Cerveró, respectivamente, para as diretorias de Abastecimento, de Serviços e Internacional da estatal. Por meio do esquema, estes diretores geravam recursos que eram repassados para enriquecimento ilícito do ex-presidente, de agentes políticos e das próprias agremiações que participavam do loteamento dos cargos públicos, bem como para campanhas eleitorais movidas por dinheiro criminoso.
Também foram denunciados José Adelmário Pinheiro Filho, pela prática dos crimes de corrupção ativa e lavagem de dinheiro; Marcelo Bahia Odebrecht e Agenor Franklin Magalhães Medeiros, pelo crime de corrupção ativa; bem como José Carlos da Costa Marques Bumlai, Rogério Aurélio Pimentel, Emílio Alves Odebrecht, Alexandrino de Salles Ramos de Alencar, Carlos Armando Guedes Paschoal, Emyr Diniz Costa Júnior, Roberto Teixeira, Fernando Bittar e Paulo Roberto Valente Gordilho, acusados da prática do crime de lavagem de dinheiro.
Esta acusação refere-se à propina de pelo menos R$ 128.146.515,33 pagas pela Odebrecht, em quatro contratos firmados com a Petrobras, bem como a vantagens indevidas de R$ 27.081.186,71, pagas pela OAS, em três contratos firmados com a estatal. Esses valores foram repassados a partidos e políticos que davam sustentação ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva, especialmente o Partido dos Trabalhadores (PT), o Partido Progressista (PP) e o Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), bem como aos agentes públicos da Petrobras envolvidos no esquema e aos responsáveis pela distribuição das vantagens ilícitas, em operações de lavagem de dinheiro que tinham como objetivo dissimular a origem criminosa do dinheiro.
Parte do valor das propinas pagas pela Odebrecht e pela OAS, no valor aproximado de R$ 870.000,00, foi lavada mediante a realização de reformas, construção de anexos e outras benfeitorias no Sítio de Atibaia, para adequá-lo às necessidades da família do denunciado Luiz Inácio Lula da Silva, assim como mediante a realização de melhorias na cozinha do referido Sítio e aquisição de mobiliário para tanto.
Também foi objeto de lavagem de dinheiro uma parte dos valores de propina oriunda dos crimes de gestão fraudulenta, fraude à licitação e corrupção no contexto da contratação para operação da sonda Vitória 10000 da SCHAHIN pela PETROBRAS, a qual foi utilizada, por intermédio de José Carlos Bumlai, para a realização de reformas estruturais e de acabamento no Sítio de Atibaia, no valor total de R$ 150.500,00.
A denúncia foi elaborada com base em depoimentos, documentos apreendidos, dados bancários e fiscais bem como outras informações colhidas ao longo da investigação, todas disponíveis nos anexos juntados aos autos.
Esta denúncia reafirma o compromisso do Ministério Público Federal com o cumprimento de suas atribuições constitucionais e legais, independentemente de qualquer consideração político-partidária, bem como com o combate incessante contra a corrupção, o mal maior com que se defronta a sociedade brasileira e que a impede de alcançar o seu desenvolvimento pleno e merecido.
A denúncia é mais um efeito da corrupção espraiada em todo o espectro do sistema político. Os últimos acontecimentos, aliás, levam a Força Tarefa da Lava Jato a manifestar seu estarrecimento diante da gravidade dos crimes que se tornaram públicos.
De fato, recentemente, vieram à tona evidências de crimes atuais praticados pelo presidente da República e por senador então presidente de um dos maiores partidos políticos. Há ainda indícios de manobras para ferir de morte a Lava Jato. Há, por fim, noticiadamente, provas de crimes em relação a mais de mil e oitocentos políticos.
Depois de três anos do início das investigações, vê-se que líderes políticos continuam a tramar no escuro a sua anistia, a colocação de amarras nas investigações e a cooptação de agentes públicos, ao mesmo tempo em que ficam livres para desviar o dinheiro dos brasileiros em tempos de crise, utilizando como escudo sua imunidade contra prisão e o foro privilegiado.
Tanto os fatos que são objeto da denúncia apresentada nesta data, como os novos fatos que se tornaram públicos na última semana, são manifestações de um mesmo problema, o apodrecimento do sistema político-partidário.
A Força Tarefa da Lava Jato se coloca ao lado dos milhões de brasileiros indignados com essas práticas e que farão de tudo, debaixo da Constituição e da Lei, para enfrentar a corrupção.
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INDEPENDÊNCIA DA CATALUNHA DEBATIDA EM MADRID



Fonte: Euro News 

Uma Espanha desunida, esta segunda-feira, com a presença do Presidente da Catalunha na Câmara Municipal de Madrid a lembrar a ânsia de independência que vem sendo motivo de polémica em território nacional e uma manifestação de um grupo de extrema-direita a manifestar-se ante a presença do Presidente do governo regional.
Carles Puidgemont afirma que o independentismo é o objetivo ainda que o referendo seja uma hipótese negada pelo governo central, pelo que recusou discutir o tema no parlamento nacional sem que antes seja conseguido um acordo: “Não vamos parar até que os catalães votem no seu futuro político, o futuro político da Catalunha. Isto vai acontecer apesar do governo espanhol dizer não a tudo. Apesar de todos os obstáculos que possamos encontrar – não temos o direito ou a legitimidade para não cumprir o nosso mandato.”
Mariano Rajoy, primeiro-ministro espanhol, chama-lhe chantagem e reagiu à ameaça de independência mesmo sem referendo: “No Partido Popular acreditamos que o funcionamento adequado da democracia exige que se vá ao Parlamento. A chantagem e a ameaça postas em cima da mesa são intoleráveis e posso dizer ao povo espanhol que não funcionarão. A soberania nacional vai continuar a ser a soberania nacional enquanto a maioria dos espanhóis assim o desejar.”

O FMI exige detalhes do alívio da dívida grega a participar no resgate


Grega ministro da Economia, Euclides Tsakalotos ontem no Eurogrupo.

Fonte: .elpais

reunião do Eurogrupo foi fechado na noite passada sem acordo sobre a Grécia . Nenhum pagamento, nenhum acordo sobre a reestruturação da dívida e segurança no Fundo Monetário Internacional (FMI) ainda a bordo. diretor europeu do FMI, Pol Thomsen, explicou hoje que o Fundo exige "mais realismo, hipóteses mais credíveis" sobre crescimento e superávit fiscal da Grécia, e "detalhes" de reestruturação da dívida que está disposta a permitir que a Europa 
"O adotada pela Grécia na semana passada pacote legislativo inclui medidas fiscais e de pensão sensível: o tipo de políticas que o FMI pode suportar fizeram progressos com o Eurogrupo, mas continua a ser chegar a acordo sobre alívio da dívida, e que é preciso. mais detalhes e realismo ", disse Thomsen a um grupo de jornalistas.
O FMI acredita que a reestruturação da dívida grega, que ele descreveu como impagável assim vários deve ser baseada em uma previsão de crescimento médio de 1% no longo prazo, atendendo à evolução demográfica, a competitividade eo cansaço das reformas na país. E defende um superávit primário de 1,5% do PIB no longo prazo. Europa das previsões mais otimistas de crescimento e define um superávit primário (excluindo pagamento de juros) de 3,5% para 5 anos, e 2% nos 40 anos posteriores. FMI (e analistas) prevê que estes números são inatingíveis em um país com uma taxa de desemprego superior a 20%, com uma perda de riqueza de 25% desde 2010 e um aumento da pobreza que exige políticas de gastos para alcançar um crescimento sustentável, Washington preferiu evitar eufemismo referindo-se a graves problemas sociais e políticos di siga os protestos de rua.

O Eurogrupo falhou ontem à noite, e deixar que o acordo para a reunião de 15 de Junho. O tempo está a esgotar-se: a Grécia precisa de 7.000 milhões em julho, e quer que as promessas de reestruturação da dívida e as compras do BCE realmente fez para voltar ao mercado. É uma velha história, que lembra o onerou o primeiro e segundo programa. Sem o FMI, que faria uma contribuição muito limitada de apenas um punhado de milhares de milhões para resgatar programa difícil 78.000 milhões-- terceiro trimestre concordaram na Alemanha, durante a pré-campanha pode ser necessário. "Estamos a fazer progressos", Thomsen fecha antes que a nova dose de suspense à frente.
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S&P coloca rating do Brasil em observação negativa, cita crise política



Fonte: Reuters

(Reuters) - A agência de classificação de risco Standard & Poor's anunciou nesta segunda-feira que colocou em observação negativa a perspectiva da nota de crédito soberano do Brasil, hoje em BB, citando aumento das incertezas políticas.
Segundo a S&P, após recentes alegações de corrupção contra o presidente Michel Temer, o cenário político do Brasil voltou a se tornar mais complicado.
"As incertezas de curto prazo sobre a viabilidade política do presidente Temer, o potencial de processo de transição prolongado aumentou o risco de queda para a classificação do Brasil", diz trecho do documento.
Segundo a S&P, a observação negativa reflete o risco de corte no rating nos próximos três meses em meio ao maior estresse na dinâmica política.
Logo após o anúncio, o Ministério da Fazenda afirmou em nota que está focado na recuperação econômica e na realização das reformas e que a S&P informou que a atual nota de crédito pode ser mantida se a incerteza política for de curta duração e se a equipe econômica tiver apoio do Congresso.
"O Ministério da Fazenda reafirma o seu compromisso com a recuperação da economia brasileira por meio de reformas estruturais que objetivam o equilíbrio das contas públicas, a sustentabilidade da dívida pública e a construção de novas bases para o crescimento sustentado", diz a nota.
Na sexta-feira, a agência Fitch reafirmou o rating do Brasil em "BB" com perspectiva negativa, citando os repetidos episódios de instabilidade política que têm implicações para a economia.
As decisões das agências acontecem após os desdobramentos da divulgação de áudios de conversa de Temer com o empresário Joesley Batista, um dos controladores da JBS (JBSS3.SA: Cotações), na qual o presidente da República supostamente dá aval para manter pagamentos ao ex-deputado Eduardo Cunha em troca de silêncio sobre denúncias contra o governo. Temer nega as acusações.
(Reportagem de Aluísio Alves e Alexandre Caverni)
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Até onde Temer pode se segurar?


Brasilien Michel Temer (Getty Images/AFP/E. Sa)

Fonte: DW 

A avalanche de denúncias sugere que seu governo está acabado, mas Michel Temer ainda tenta demonstrar que tem força para resistir. O presidente passou o domingo (21/05) em encontros com ministros e representantes de sua base aliada no Congresso em um esforço para evitar novas deserções, demonstrando que ainda lhe resta alguma capacidade de reação.
Por ora, a iniciativa parece ter momentaneamente estancado a sangria e comprado algum tempo para o presidente entre seus aliados, tudo isso após uma semana que terminou com a saída de ministros e notícias – posteriormente desmentidas – que cravaram como certa a sua renúncia após a divulgação da delação da JBS.
No domingo, um dos encontros entre Temer e aliados reuniu 17 ministros, 23 deputados e seis senadores de diversos partidos. Os políticos que falaram à imprensa afastaram, por ora, o risco de uma debandada ainda maior. O discurso entre aliados variou entre a defesa do presidente e um resignado "ruim com ele, pior sem ele".
O maior risco imediato para Temer era a saída do DEM e do PSDB, que serviram de fiadores do seu governo após o afastamento de Dilma Rousseff em 2016. As duas siglas chegaram a ensaiar um desembarque conjunto, mas acabaram decidindo esperar. Por enquanto, só o PSB (que tem sete senadores e 27 deputados) deixou o governo. Outro alívio para o planalto ocorreu nas ruas. Os protestos contra o presidente no fim de semana também não repetiram o efeito de manifestações anteriores, reunindo apenas algumas milhares de pessoas.
O presidente também continua a afirmar que não vai renunciar. Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, disse que tomar a iniciativa de deixar o cargo "seria admissão de culpa".
Próximos passos
Embora Temer tente demonstrar que ainda tem algum controle sobre os acontecimentos, os próximos dias devem testar novamente o que de fato resta do seu capital político.
A principal frente contra o presidente está no âmbito jurídico. Temer se tornou alvo de um inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) por suspeita de corrupção passiva, obstrução à Justiça e organização criminosa.

22 mortos e 59 feridos em um atentado suicida em um concerto em Manchester


policiais após o ataque em Manchester.

Fonte: elpais.

Primeiro-ministro britânico, Theresa May, condenou em comunicado que "a polícia está tratando-o como um terrível ataque terrorista", realizado por um único atacante. A explosão ocorreu na área de entrada de Manchester Arena coincidindo com o final do concerto Ariana Grande

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segunda-feira, 22 de maio de 2017

Defesa de Aécio vai recorrer ao STF contra afastamento do Senado



Fonte: Ebc 

O senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) vai tentar reverter no Supremo Tribunal Federal (STF) a decisão do ministro Luiz Edson Fachin, que, na quinta-feira (18), suspendeu suas atividades legislativas após virem à tona as delações do empresário Joesley Batista, dono do grupo JBS.
A defesa do parlamentar vai ingressar nesta segunda-feira (22) com um pedido de agravo regimental contra o afastamento. De acordo com o advogado Alberto Toron, "não há respaldo na Constituição Federal" para que um senador seja afastado "dessa maneira".
"Em se tratando de mandado parlamentar, unicamente a Casa Legislativa pode afastá-lo, pela via da cassação. Existe um modusprocedente [de se afastar um senador]. Entre as previsões na Constituição, não se encontra [o afastamento pela Justiça]", afirmou o advogado à Agência Brasil.
De acordo com o defensor, o caso de Aécio se diferencia do ex-senador Delcídio do Amaral (sem partido-MS), cassado em 2016 após ser afastado pelo Supremo. "O senador Aécio não foi preso em flagrante", explicou Toron.
Em depoimento de delação premiada homologado pelo STF, Joesley Batista disse que pagou este ano R$ 2 milhões em propina a Aécio Neves, a fim de que ele atuasse em favor da aprovação da Lei de Abuso de Autoridade e anistia ao caixa 2 em campanhas eleitorais.
O dinheiro teria sido entregue a um primo de Aécio, Frederico Pacheco de Medeiros, que foi preso nessa quinta-feira (18). A entrega foi registrada em vídeo pela PF, que rastreou o caminho do dinheiro e descobriu que o montante foi depositado numa empresa do senador Zezé Perrella (PMDB-MG).
Segundo Toron, apesar do recurso, o parlamentar não tem problema nenhum em entregar seu passaporte, conforme determinado por Fachin. Ao decidir pelo afastamento, o ministro do STF não aceitou o pedido da Procuradoria-Geral da República de prisão preventiva contra Aécio Neves.
A defesa de Aécio confirma que o senador afastado pediu R$ 2 milhões a Joesley. Entretanto, segundo o advogado José Eduardo Alckmin, que também entrará com o pedido no STF nesta segunda, foi um pedido de empréstimo para custear a defesa de Aécio, que já era  investigado pela Operação Lava Jato. Após as acusações, o tucano comunicou o seu afastamento da presidência do PSDB.
Apresentada na última quinta-feira (18) por parlamentares da Rede e do PSOL, uma representação por quebra de decoro contra Aécio Neves aguarda a formação do Conselho de Ética do Senado para que seja analisada.Atenciosamente,
Edição: Armando Cardoso

UE REFORÇA COOPERAÇÃO NA DEFESA SEGUINDO EXIGÊNCIA DA NATO



Via Euro News 

Face à pressão dos Estados Unidos da América (EUA) para maior envolvimento da NATO em missões sensíveis e maior contribuição dos aliados europeus nesse esforço, a chefe da diplomacia da União Europeia defende a mutualização dos meios.
“O investimento em conjunto é a melhor maneira de ter uma defesa europeia eficiente, de conseguir trabalhar de uma forma racional e eficiente ao nível da defesa”, disse Federica Mogherini à chegada apara a reunião dos ministros dos Negócios Estrangeiros, quinta-feira, em Bruxelas.
“Os Estados-membros da União Europeia têm de acabar com a fragmentação e usar todos os instrumentos disponíveis na União”, insistiu a alta representante para a Política Externa e Segurança.
O secretário-geral da NATO esteve presente para analisar, com os ministros da Defesa, a agenda da primeira cimeira da organização com Donald Trump, a 25 de maio.
Jens Stoltenberg afirmou que “estamos a avançar, passo a passo, em várias áreas no sentido de reforçar a cooperação, em termos práticos, entre a NATO e a União Europeia”.
“A cooperação entre as duas partes será também uma questão importante que vamos debater quando os líderes da NATO se reunirem, exatamente daqui a uma semana, em Bruxelas”, acrescentou o secretário-geral da NATO.
Segundo fontes da agência de notícias Reuters, a França e a Alemanha estão céticas quanto ao plano dos EUA para que a NATO tenha um maior papel na luta contra os extremistas do Daesh, na Síria e no Iraque.
Outro tema importante na cimeira será a cooperação ao nível da cibersegurança, dado o número crescente de incidentes, tais como o ataque informático à escala mundial da semana passada.
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> CHINA ELIMINA INFORMANTES DA CIA


Fonte: Euro News 

O Governo chinês eliminou, alegadamente, cerca de duas dezenas de agentes ou fontes da CIA na China, entre 2010 e 2012.
De acordo com o jornal The New York Times, o objetivo de Pequim era desestabilizar a rede de serviços secretos dos Estados Unidos da América.
Citando antigos funcionários do Governo norte-americano, o periódico revelou que entre 18 ou 20 fontes foram assassinadas ou detidas, naquela que descrevem como uma das piores violações de informação das últimas décadas.
De acordo com os funcionários, que preferiram manter-se anónimos, alguns destes informantes eram cidadãos chineses que a CIA considerava “desiludidos com a corrupção” do Governo.
O “The New York Times” contou que as agências de serviços secretos dos Estados Unidos tentaram conter a fuga de informação, no entanto falharam em descobrir a fonte.

Na Paulista, eleitor diz que quer votar, mas não sabe em quem


De acordo com os organizadores, cerca de 20 mil pessoas estiveram no domingo na Paulista.

Fonte: DW 

A chuva incessante do domingo (21/05) foi um obstáculo para que a avenida Paulista voltasse a ser palco de uma manifestação contundente contra a cena atual da política brasileira e a manutenção de Michel Temer (PMDB) na presidência da República. Mas não foi o único. Por enquanto, a disposição para ocupar as ruas ainda está concentrada nos movimentos sindicais e populares ligados ao campo da esquerda. A grande expectativa para um protesto de maior proporção é o ato marcado para o dia 24, chamado de “Ocupa Brasília”.
O país poderá assistir, neste dia, a uma ação conjunta de centrais sindicais de campos opostos: a CUT (ligada ao PT) e a Força Sindical (que apoiou o impeachment de Dilma Rousseff e a instalação do governo Temer). O ato do dia 24, na capital federal, seria um protesto contra as reformas trabalhista e previdenciária, criticadas por movimentos sindicais de diferentes espectros políticos. Agora, diante das suspeitas que pairam sobre o presidente Michel Temer, a intenção é tentar unificar a resistência das centrais contra a permanência dele no governo e pedir eleições diretas. Porém, a participação da Força Sindical ainda é uma incógnita.
Discreto, sob um guarda-chuva vermelho, o matemático Vitor Vieira, 42 anos, simbolizava a agonia dos eleitores brasileiros. “Esses últimos áudios com o Temer são um escracho, revelam como está sendo feita a política brasileira”, disse. Vieira não vê outra solução para o país que não a escolha de um novo representante pelo povo, mas tem plena noção de quão difícil será concretizar esse caminho. “Estamos sem candidatos, Lula está sob suspeita e responde a inquéritos, mas quero Diretas Já, independente de quem vá disputar.” 
O matemático contou que em seu ciclo de amizades há várias pessoas que defenderam o impeachment de Dilma Rousseff e, agora, rejeitam o governo Temer. Questionado se votaria no ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Vieira disse que isso dependeria do rol de candidatos. “Dos que estão postos, votaria no Lula, mas o Ciro Gomes é uma opção, corre paralelo. Não sei.”
O metalúrgico Alexandre Ruiz, 44  anos, levou a mulher e a filha para a Paulista, sob chuva. Tem um dilema semelhante ao do matemático. “A solução é sair o Temer e ter eleições diretas. Eu não tenho certeza sobre em quem votar. Do jeito que está, é muito complicado. Acho que votaria na Marina Silva, em alguém da Rede, alguém limpo. Lula não é a minha primeira opção.”
Ligado ao Sindicato dos Metalúrgicos do ABC Paulista, Ruiz mora em São Bernardo do Campo. Não tem filiação partidária. O metalúrgico disse que sua indignação inicial contra o governo Temer era movida pelas reformas trabalhista e previdenciária. Em 2016, não participou de nenhuma manifestação popular nas ruas, nem contra nem a favor do impeachment de Dilma Rousseff. “Sou contra esse governo pela forma como quer aprovar essas reformas”, afirmou. Ao ser indagado se não estava na rua por causa das suspeitas de corrupção que pairam contra o presidente, explicou que também fazia um protesto contra a corrupção, mas sua motivação principal é tirar Temer do governo para paralisar as reformas.
“Tenho expectativa de que poderá haver sim eleição direta, mas também indireta. Tudo vai depender da pressão popular”, disse o estudante de Biologia Robledo Ferreira, 22 anos. Universitário da USP, ele também não tem filiação partidária. Afirmou que foi contra o impeachment de Dilma Rousseff, “embora não ache que tenha se tratado de um golpe”. Robledo está disposto a se manter nas ruas, mas não esconde a preocupação: “Se deixarmos que tentem resolver isso pelas vias burocráticas, não vai funcionar. Há pressão popular, mas não sei se ela é forte o bastante”.
De acordo com os organizadores, cerca de 20 mil pessoas estiveram no domingo na Paulista.
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Projeto do Rotary Club realizou 80 ações sociais no Alto Oeste Potiguar



O Rotary Club de Pau dos Ferros, em parceria com o Rotaract e Interact, realizou no último sábado, 20 de maio, o projeto 100em1Dia Alto Oeste Potiguar. A iniciativa reuniu empresas, ONGs, profissionais e demais cidadãos em torno de 80 intervenções sociais paralelas nos municípios de Pau dos Ferros, Rafael Fernandes, Água Nova, São Miguel e Tenente Ananias.

As intervenções começaram desde as 6h30 da manhã, quando o Grupo Solidário, em Água Nova, iniciou os trabalhos com um café da manhã coletivo em praça pública. No decorrer do dia também ocorreram ações como doação de sangue, cortes de cabelo gratuitos, instalação de comedouros para animais de ruas, doação de roupas e comidas, palestras, panfletagens de conscientização, dentre tantas outras atividades. 

Instituições como APAE, Casa da Criança, MÃOS, Detran, Ufersa, IFRN e CREDD realizaram ações e a relação completa pode ser conferida na aba "Intervenções" do site www.100em1diaaltooeste.blogspot.com.

Ações atingiram 39 mil visualizações no Facebook

As equipes dos clubes de Rotary, Rotaract e Interact desenvolveram a cobertura fotográfica e jornalística das intervenções e todo o material foi divulgado em tempo real na página do Rotary Club de Pau dos Ferros no Facebook. Ao final do dia, constatou-se o alcance de 39.028 visualizações, 337 compartilhamentos e 1.224 curtidas em todas as publicações.

De acordo com a presidente do Rotary Club de Pau dos Ferros, Aliny Carlos, a relevância do projeto está no envolvimento de pessoas, empresas e instituições na busca por ajudar ao próximo e isso é multiplicador. "Desde o início, sabíamos do potencial que o 100em1Dia tinha de impactar milhares de pessoas em um único dia, mas foi surpreendente acompanhar as ações e a repercussão que cada iniciativa teve dentro e fora das redes sociais", comemorou.

Você pode conferir a cobertura  de todas as ações acessando a página do Rotary Club no Facebook, através do endereço www.facebook.com/rotarypaudosferros.



domingo, 21 de maio de 2017

J&F não fecha acordo de leniência com Ministério Público mas segue com negociações



Fonte: Reuters

BRASÍLIA (Reuters) - O grupo J&F, controlador da JBS, ainda não fechou acordo de leniência com o Ministério Público Federal (STF), que inicialmente previa a proposta de pagamento de multa de 11,2 bilhões de reais, mas as negociações continuarão durante a semana, informou uma fonte próxima da companhia.
Segundo essa fonte, o que está em discussão é justamente o montante a ser pago de multa. Ainda não houve um consenso nessa questão e as conversas seguirão na próxima semana.
Segundo o Ministério Público Federal, o acordo de leniência com o grupo empresarial não foi fechado devido a divergências sobre o valor da multa a ser paga pelo conglomerado. Enquanto os procuradores defendem a multa de 11,2 bilhões de reais em 10 anos, a holding que controla a JBS propôs pagar 1 bilhão de reais, de acordo com o comunicado.
A relação do Ministério Público com a holding da J&F nunca foi de todo harmoniosa. No início de fevereiro, o MPF pediu o afastamento de Joesley Batista do comando do grupo e o bloqueio de bens e ativos do conglomerado no valor de 3,8 bilhões de reais. No final de março, a Justiça Federal de Brasília aceitou o pedido.
Além da JBS, os investimentos da J&F incluem a fabricante de celulose Eldorado Brasil, a fabricante de calçados Alpargatas, a empresa de laticínios Vigor e o banco Original.
O grupo está na mira de ao menos cinco frentes de investigação: além da Lava Jato, as operações Bullish, Greenfield, Carne Fraca e Cui Bono apuram supostos crimes de pagamento de propina, desvio de recursos e fraudes na liberação de recursos públicos, entre outros delitos.
(Reportagem de Maria Carolina Marcello)
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MACRON E GENTILONI QUEREM UMA UNIÃO EUROPEIA MAIS FORTE



Fonte: Euro News 

O presidente francês, Emmanuel Macron e o primeiro-ministro italiano, Paolo Gentiloni, defenderam, este domingo, a necessidade de uma União Europeia mais forte e mais integracionista.
No encontro que antecede a cimeira do G7, que ocorre na próxima semana na Sicília, os dois líderes defenderam que Bruxelas deve ter uma maior intervenção nas questões económicas e financeiras, do bloco.
Macron e Gentiloni apelaram, ainda, a uma maior convergência das políticas para fazer face à crise migratória.
“Devemos investir esse capital de confiança nas políticas migratórias comuns, na transformação da nossa união monetária, cada vez mais, numa união fiscal, numa união bancária (…) nas regras comuns, que a Itália pretende respeitar, e que devem incentivar, cada vez mais, as convergências e não as diferenças entre os vários países europeus”, afirmou o primeiro-ministro italiano.
O presidente francês confessa que conhece “os desafios que a Itália teve de enfrentar, em relação à migração. Não ouvimos, a tempo, os gritos de alerta da Itália. Desejo que possamos chegar a uma verdadeira reforma do direito de asilo e das regras, que são hoje as nossas, para proteger melhor os Estados que estão mais sujeitos a esta pressão migratória e esclarecer as nossas regras comuns.”
Todos os dias, chegam centenas de migrantes a Itália.
Este domingo, cerca de 240 migrantes, provenientes de África, desembarcaram em Bari, no sul da península. O país recebeu, desde o início do ano, mais de 45 mil pessoas.

Políticos do RN receberam doações da JBS; Governador Robinson Faria foi o que mais recebeu



Fonte: vntonline

O Rio Grande do Norte não ficou de fora do extenso rol de doações feitas pela empresa JBS nas Eleições de 2014.

Como de praxe, não tinha um lado específico.

Num ranking de valores, o maior beneficiado foi o governador Robinson Faria com R$ 7,7 milhões, segundo a Justiça Eleitoral.

Também constam na lista, Henrique Alves (R$ 2,7 milhões), Fátima Bezerra (R$ 1,1 milhão), Fábio Faria (R$ 1,1 milhão), Beto Rosado (R$ 400 mil), Larissa Rosado (R$ 200 mil), Fernando Mineiro (R$ 165 mil), José Adécio (R$ 100 mil), Kelps Lima (R$ 100 mil), Nelter Queiroz (R$ 100 mil), Felipe Maia (R$ 85 mil), Antônio Jácome (R$ 70 mil), Souza Neto (R$ 50 mil) e Jacó Jácome (R$ 30 mil).

As informações são do blog Heitor Gregório/TN

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Em vídeo, delator diz ter pago propina de R$ 3 milhões à Henrique Alves em 2014



Fonte: VN TON LINE

Depois da senadora Fátima Bezerra (PT) ter sido apontada como recebedora de propina no valor de R$ 500 mil, o executivo do Grupo J&F, Ricardo Saud, afirmou também ter pago R$ 3 milhões ao então deputado federal e presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB), candidato ao Governo do RN em 2014.

A acusação de Saud está registrada em vídeo, onde ele detalha o pagamento ao político potiguar, que depois veio a ser ministro do Turismo nos governos de Dilma e Temer, mas acabou pedindo exoneração do cargo após as inúmeras acusações que surgiram contra ele no âmbito da Operação Lava Jato.

As informações são do AGORA RN 

Assista ao vídeo abaixo:


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Trump pede expulsão de extremistas islâmicos em viagem à Arábia Saudita



Fonte: Reuters

Por Steve Holland e Jeff Mason
RIAD (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu a líderes árabes e islâmicos que combatam o “extremismo islâmico” durante um discurso neste domingo no qual fez um apelo enfático para que "expulsem" os terroristas, enquanto amenizou sua própria retórica dura sobre os muçulmanos.
Trump destacou o Irã como uma fonte-chave de financiamento e apoio a grupos militantes. Suas palavras alinharam-se com o ponto de vista de seus anfitriões da Arábia Saudita e enviaram uma mensagem difícil a Teerã no dia seguinte à vitória de Hassan Rouhani a um segundo mandato como presidente do país.
O presidente dos Estados Unidos não usou o termo "terrorismo islâmico radical", um sinal de que decidiu empregar um tom mais moderado na região depois de usar a frase repetidamente à época em que era candidato presidencial.
"O terrorismo se espalhou por todo o mundo. Mas o caminho para a paz começa aqui, neste solo antigo, nesta terra sagrada", disse Trump a líderes de dezenas de países de maioria muçulmana que representam mais de 1 bilhão de pessoas.
"Um futuro melhor só é possível se suas nações expulsarem os terroristas e expulsarem os extremistas. Retirem-os de seus lugares de peregrinação, expulsem-os de suas comunidades, expulsem-os da sua terra sagrada e retirem-os desta terra", afirmou.
O primeiro discurso de Trump no exterior proporcionou uma oportunidade de demonstrar sua força e determinação, em contraste com a luta para conter um escândalo gigantesco em casa após a saída do ex-diretor do FBI James Comey, há quase duas semanas.
Com um tom enérgico, ele deixou claro que Washington seria parceiro do Oriente Médio, mas esperava mais ação em troca.
"Ainda há muito trabalho a fazer. Isso significa enfrentar honestamente a crise do extremismo islâmico... o terror islâmico de todos os tipos", disse em seu discurso. 

Em Natal, manifestantes pedem saída de Temer e convocação de eleições diretas


Protesto saiu em caminhada por volta das 11h em direção à praia do Meio (Foto: Emmily Virgílio/Inter TV Cabugi)

Fonte: G1RN


Manifestantes protestaram em Natal na manhã deste domingo (21) pedindo a saída do presidente Michel Temer e a convocação de eleições diretas. A concentração começou por volta das 9h na Praça das Flores e terminou às 12h30.
O protesto foi convocado por movimentos sociais. Da Praça das Flores os manifestantes saíram em direção à Praia do Meio. A PM não estimou o número de participantes. De acordo com os organizadores, eram 4 mil manifestantes.
Protestos em várias cidades do país pedem a saíde do presidente Michel Temer desde a última quarta-feira (17) quando o site do jornal "O Globo" publicou reportagem revelando que o dono da JBS gravou conversa com o presidente na qual foi discutido o silêncio do deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
Em pronunciamento de 12 minutos e meio na tarde de sábado (20), no Palácio do Planalto, Temer disse que ingressará no Supremo Tribunal Federal (STF) com um pedido de suspensão do inquérito aberto com autorização do ministro Edson Fachin para investigá-lo por suspeita de corrupção passiva, obstrução à Justiça e organização criminosa.
Ele também afirmou que não deixará a Presidência da República. "Digo com toda segurança: o Brasil não sairá dos trilhos. Eu continuarei à frente do governo".
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